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Eu acho que tenho Escoliose... E agora, o que eu faço
Eu Tenho Escoliose

Eu acho que tenho Escoliose...
E agora, o que eu faço?

Se você desconfia ou descobriu recentemente que tem escoliose, esse artigo pode tirar algumas dúvidas importantes sobre essa patologia da coluna.

Ocasionalmente, o desenvolvimento da escoliose na adolescência é devido à uma anomalia, mas na maioria dos casos a causa é desconhecida.

Quando se deve suspeitar?
Pode-se suspeitar que uma pessoa sofre de escoliose quando se observa uma musculatura desigual de um lado da coluna vertebral, se os ombros estão em altura diferente, os quadris ou se o comprimento das duas pernas não é igual.

A escoliose é um desvio “tridimensional” da coluna vertebral, ou seja, a coluna desvia não somente para um dos lados, mas também para frente ou para trás e em torno do seu próprio eixo, deixando-a em formato de “S”. Os desvios apenas laterais da coluna são chamados de atitudes escolióticas.

A escoliose é mais comum em meninas e devemos nos preocupar principalmente após a menarca, ou seja, data da primeira menstruação, pois o potencial de crescimento da curva é muito maior neste período.

Nas mulheres, um tamanho assimétrico ou a localização das mamas em alturas diferentes também poderia ser um sinal de escoliose.

Como saber se meu filho tem escoliose?
Na dúvida, leve sua criança para um especialista. Mas alguns testes ajudam em uma avaliação doméstica. Conheça alguns deles:

Teste 1: Comparando Mãos e Tornozelos
Coloque a criança deitada sobre uma superfície plana. Posicione seus calcanhares juntos.
Compare as medidas de pés e mãos.

Teste 2: Grade de Parede
Se você tiver em casa alguma parede com linhas horizontais, posicione a criança encostada na parede e compare:

  • a altura dos ouvidos;
  • a altura dos ombros;
  • altura dos quadris (cintura);
  • altura da escápula.

Como sei se meu caso é Grave e que precisa de cirurgia?
A gravidade da escoliose se mede em graus e estes são calculados mediante uma radiografia. Um adolescente com esqueleto imaturo e uma curva de mais de dez graus deve ser acompanhado com radiografias a cada seis meses. Mas se a curva tem mais de 20 graus, serão realizadas radiografias a cada quatro meses.

Se uma curva de 20 graus demonstra uma progressão de mais de cinco graus em um intervalo de entre quatro e seis meses e ao paciente lhe resta pelo menos um ano de crescimento, se deve aplicar um tratamento com colete ortopédico.

Também se deve usar o colete nos casos de pacientes com esqueleto imaturo nos quais tenha sido diagnosticada uma escoliose de entre 30 e 40 graus. No entanto, se apesar desta medida apresentarem curvas superiores a 40 graus, a solução é uma correção cirúrgica.

Não se Desespere: A Escoliose tem Cura e tem Tratamento
O tratamento da escoliose varia de acordo com vários motivos: idade, sexo, flexibilidade da coluna, gravidade da curva e fatores genéticos.

Dependendo do caso, ela pode ser controlada através de exercícios, fisioterapia, RPG ou uso de coletes. Nos casos mais severos, a cirurgia é recomendada.

Antes de seguir as fórmulas mágicas do vizinho ou que você ouviu no salão de cabelereirio, não arrisque: procure um especialista. Muitos dizem que os exercícios físicos corrigem a escoliose.

Mas isso depende muito do tipo e do grau de curvatura. Apesar de o exercício ser benéfico para manter um bom tônus muscular e uma boa função pulmonar e cardíaca, não há evidência que tenha efeitos na progressão da curva, podendo apenas reduzir o desconforto.

No entanto, alguns traumatologistas recomendam a quem sofre de escoliose que pratique natação, como método complementar ao tratamento médico, e garantem a sua eficiência.

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